Sou psicóloga em Joinville e atendo pela Terapia Cognitivo Comportamental, com especialização na infância e na adolescência. Meu trabalho é com crianças, adolescentes e as famílias que os acompanham: entender o que sustenta o sofrimento e construir, junto, jeitos concretos de lidar com ele. Atendimento presencial na sede da Equipe Práxis, no centro da cidade, e também online.
Sou Izabel Polita Tateyama, psicóloga formada em Psicologia pela Associação Catarinense de Ensino, com especialização em Terapia Cognitivo Comportamental da Infância e Adolescência pelo CETCC. Atuo como psicóloga clínica com o público infantojuvenil e integro a equipe de psicólogos da Práxis, em Joinville.
A Terapia Cognitivo Comportamental parte de uma ideia simples de enunciar e trabalhosa de praticar: o que a gente pensa, o que sente e o que faz estão amarrados. Quando uma criança se recusa a entrar na escola, quando um adolescente some do quarto para o celular, quando a birra vira a única língua possível, há sempre uma leitura da situação sustentando aquilo. O trabalho é encontrar essa leitura, testar se ela se sustenta e construir alternativas que caibam na vida real de quem está ali.
Com criança pequena, isso raramente acontece por conversa. Acontece por brincadeira, desenho, jogo, história inventada. É por esses caminhos que ela mostra o que ainda não tem palavra para dizer, e é a partir dali que montamos, no ritmo dela, um repertório para lidar com medo, frustração e raiva. Com o adolescente, o espaço muda: passa a ser um lugar dele, com sigilo, onde dá para pensar em voz alta sem ser corrigido no meio da frase.
Antes da clínica, passei por lugares que ensinam a escutar de perto. Fui mediadora de inclusão em escola, acompanhando alunos com TEA e TDAH na rotina de sala de aula, e estagiei no CRAS, conduzindo grupos de escuta, orientação e prevenção com famílias em situação de vulnerabilidade. Foram experiências que me ensinaram que o mesmo comportamento significa coisas muito diferentes conforme o contexto em que aparece, e que sem entender esse contexto não há intervenção que se sustente.
Antes de ensinar uma criança a lidar com o que sente, é preciso descobrir com ela o que exatamente está sendo sentido.
Izabel Polita Tateyama · Psicóloga · CRP 12/28954Não é preciso um diagnóstico para começar, nem esperar a situação piorar. Procurar cedo costuma significar um processo mais curto e menos desgastante para todo mundo em casa.
O brincar é a linguagem. Pelo jogo, pelo desenho e pela história inventada, a criança mostra o que sente e experimenta outras saídas para o que a trava.
Um espaço que é dele, com sigilo, para dizer o que não cabe em casa nem entre amigos. Sem sermão, sem cobrança de desempenho, sem relatório para os pais.
A orientação de pais faz parte do processo. Quem convive todo dia é quem sustenta a mudança, e precisa entender o que está acontecendo para poder ajudar.
Se o caso pedir avaliação neuropsicológica, por exemplo para investigar TDAH ou dificuldades de aprendizagem, o encaminhamento acontece dentro da própria Práxis, com a avaliação neuropsicológica da Equipe Práxis, e o acompanhamento clínico segue comigo em paralelo.
Graduação concluída em 2025. A atuação clínica se dá pela Terapia Cognitivo Comportamental, com estudo continuado em desenvolvimento infantil, parentalidade e psicopatologia da infância e da adolescência.
Especialização de 360 horas de teoria e prática pelo Centro de Estudos em Terapia Cognitivo Comportamental (CETCC), polo universitário da FAAECPlan, credenciada pelo MEC. O programa inclui teoria do desenvolvimento infantil e psicopatologias, teoria do apego, necessidades emocionais básicas, conceitualização de caso, avaliação por inventários, neurofisiologia e psicofarmacologia, e TCC para crianças e adolescentes com orientação de pais.
Atuação como psicóloga clínica em clínica multiprofissional, atendendo crianças e adolescentes junto a outras especialidades. Trabalhar lado a lado com fonoaudiologia, terapia ocupacional e pedagogia muda a forma de olhar um caso: nenhuma dificuldade da criança pertence a uma área só.
No início da graduação, atuei como mediadora de inclusão em colégio particular, acompanhando na rotina de sala de aula alunos com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista e de TDAH. É de onde vem a familiaridade com o que a escola vê, com o que a escola pede e com a distância que às vezes existe entre as duas coisas.
No quarto ano, conduzi grupos no Centro de Referência de Assistência Social, criando espaços coletivos de escuta, orientação e reflexão voltados à prevenção de situações de vulnerabilidade. É a experiência que sustenta a disponibilidade para atender questões de raça, gênero, migração e vulnerabilidade social sem tratá-las como assunto de fora do consultório.
No último ano da graduação, estágios clínicos infantil e adulto pelas abordagens da Terapia Cognitivo Comportamental e Histórico Cultural. Hoje participo regularmente de supervisão e de formações complementares. Nenhum psicólogo escuta bem sozinho, e caso de criança em especial pede quem discuta junto.
Você agenda pela agenda online ou pelo WhatsApp, no horário que couber na rotina da família.
Com criança, a primeira conversa é com os responsáveis: história, rotina, escola e o que motivou a busca. Com adolescente, a escolha de como começar é dele.
Encontros em geral semanais. Cada etapa tem um objetivo combinado, revisto com a família, e o que se aprende na sessão é levado para o dia a dia.
Encontros periódicos com os responsáveis para alinhar o processo, sem repassar o conteúdo das sessões, e contato com a escola quando fizer sentido e for autorizado.
A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) trabalha com a relação entre o que a pessoa pensa, o que sente e o que faz. Na sessão, identificamos a leitura que sustenta o sofrimento, testamos se ela se confirma na prática e construímos alternativas concretas de resposta. Com criança, isso acontece por brincadeira, desenho e jogo, e não por conversa formal. É uma abordagem com objetivos combinados e revistos ao longo do processo. Conheça os profissionais de TCC em Joinville na Equipe Práxis.
Atendo crianças e adolescentes. Para criança pequena, o trabalho se apoia no brincar e caminha junto com a orientação aos responsáveis, porque nessa fase a mudança acontece principalmente na rotina de casa. Veja também o atendimento psicológico infantil da Equipe Práxis.
O sigilo é do adolescente: o que ele traz na sessão não é relatado aos pais. O contato com a família existe e é importante, mas serve para alinhar o processo, não para repassar conteúdo. A exceção é a prevista no Código de Ética, em situações de risco à vida, e mesmo essas são conversadas primeiro com o próprio adolescente. Sem essa garantia, ele simplesmente não fala, e a terapia não acontece.
Sim. Antes da clínica, atuei como mediadora de inclusão em escola, acompanhando alunos com diagnóstico de TDAH e de Transtorno do Espectro Autista na rotina de sala de aula, e hoje atendo em clínica multiprofissional com o público infantojuvenil. O trabalho envolve a criança, a orientação aos responsáveis e, quando autorizado, o contato com a escola. Se o caso pedir avaliação neuropsicológica, o encaminhamento acontece dentro da própria Práxis.
Sim, e essa participação é parte do tratamento, não um extra. A orientação de pais e cuidadores entra desde o começo: quem convive todo dia é quem sustenta a mudança fora da sessão. Isso inclui conversar sobre rotina, limites, resposta à birra e o que é esperado para cada fase do desenvolvimento.
Sim. Atendo presencialmente na sede da Equipe Práxis, no centro de Joinville, e também online, com o mesmo sigilo das sessões presenciais. O atendimento psicológico online é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia. Para criança pequena, converso antes com os responsáveis sobre o formato: nem toda idade e nem toda queixa rendem bem a distância.
Trabalho com contrato terapêutico por escrito, combinado no início do processo, que trata de horário, atrasos, faltas e remarcações. A presença na sessão é confirmada com antecedência. Combinar isso antes evita mal-entendido depois e protege a regularidade, que é o que faz o processo andar.
Sim. Todo atendimento segue o Código de Ética Profissional do Conselho Federal de Psicologia (CFP). No caso de crianças e adolescentes, o sigilo é do paciente, com as ressalvas éticas de proteção à vida previstas no próprio Código.
Atendimento presencial na sede da Equipe Práxis, no centro de Joinville, e também online. Se você ainda não sabe se é hora de procurar, essa dúvida já é um bom ponto de partida para a primeira conversa.